segunda-feira, 23 de outubro de 2017

GOZADA NO ROSTO: PRAZER, EXTRAVAGÂNCIA OU INVENÇÃO DO CINEMA PORNÔ?



(Julius Zimermman)

Realmente é muito estranho terminar uma transa gozando no rosto da mulher (neste post, especificamente, não vamos tratar do sexo gay). Então, essa LUA foi investigar se isso é invenção do cinema pornô – é, sim! – ou acontece também na vida real (o que é possível). E, por incrível que pareça – e parece! – há mulheres que gostam de levar porra na cara, conforme afirma o artigo a seguir e comprovam-no as fotos que ilustram esta matéria: um antes e depois absolutamente inusitado, como podem ver os leitores e leitoras. 



EM DEFESA DA GOZADA NO ROSTO




Talvez você somente queira entender que estranho prazer os homens têm ao ver o rosto de uma garota absolutamente coberto de uma meleca branca. Talvez você queira saber por que você também gosta desta visão impactante, visceral. Ou então, sua motivação é descobrir alguns argumentos a fim de convencer sua namorada a receber o produto de seu prazer sexual, no momento culminante de um boquete bem realizado.


Seja como for, o gozo facial, ou gozada no rosto, é um daqueles atos sexuais ainda envoltos em um certo mistério. Afinal, quem comenta, no bate-papo entre amigas, a respeito do prazer de sentir o esperma quente do ser amado escorrendo pelo rosto? Se algo pode ser dito, com certeza é negativo, como “que nojo”, “que humilhante” e coisas pelo estilo.


Mas apesar do preconceito, a gozada no rosto está aí, acontecendo em nossas relações sexuais diárias. E a responsável pela popularização deste ato tão simbólico e carregado de significados foi nada mais nada menos que os filmes pornô.


Então, para entender um pouco sobre a fascinação do gozo facial, escutemos um especialista e fã no assunto. Escrito há quase 15 anos, quando o pornô na Internet ainda era uma novidade e os filmes gonzo ainda não tinham aparecido, o relato é extremamente atual e vale a pena ser lido por todo mundo que já desejou ou temeu ejacular/ser ejaculado diretamente no rosto. Vamos lá!

Gozo Facial: Uma Carta de Amor



Por J. Allen



 Se você andou vasculhando as prateleiras de sex-shops e locadoras pornô na última década, provavelmente você notou a tendência. “100% de gozadas faciais!” rugem em um número crescente de capas. Metade dos filmes de compilação produzidos por estes dias trazem gozadas melecadas na boca e no rosto. O popular gênero “gangbang” traz até doze garanhões reunidos para descarregarem no rosto de uma vadia louca por porra. Especialistas em porra como Rodney Moore estão sendo seguidos por produtores mainstream, incluindo John Leslie e Patrick Collins. A recém-produzida série deste último chamado “As Aventuras de Boquete do Dr. Fellatio” contém cena após cena terminando com fartas gozadas. A capa do volume dois mostra algumas das imagens mais grudentas do gozo facial na memória recente.


A gozada na cara se tornou ubíqua no pornô, talvez até obrigatória. Longe estão os dias quando a estrela pornô Annette Haven podia construir sua carreira de superstar sem ter seu delicado rostinho molhado. Nos dias de hoje, algumas companhias incluem uma cláusula contratual “exigindo” as atrizes a levarem uma gozada na cara.


Esta tendência tem enlouquecido os pornófilos, a julgar pelos debates calorosos no grupo de discussão na Internet. Alguns fãs alegam sentir falta das gozadas mais variadas da “Era de Ouro” do pornô, quando as mulheres juntavam os peitos para receber o gozo, ou deixavam a porra escorrer pela rachinha da bunda ou então abriam os lábios vaginais para receberem ali o tributo. Outros, porém, incluindo seu humilde autor, simplesmente não nos cansamos de ver esperma caindo no rosto feminino.


A vida imita a arte? É impossível dizer em que medida o gozo facial está presente na prática sexual dos homens e mulheres americanos (ou homens e homens, por sinal). Mas há pouco lugar para dúvidas de que porra voa em direção a rostos sorridentes milhares de vezes por dia na América, mesmo que este não seja um assunto para a conversa no bebedouro. Considere o testemunho de Dave, um amigo boa pinta meu com seus 30 e poucos anos que transa bastante. “Parece que toda mulher com quem eu deito quer uma gozada no rosto”, ele diz, assombrado. “Eu sempre pensei que esta seria a coisa mais degradante que elas pudessem imaginar. Mas elas estão me pedindo”.


Hallie, uma mulher atrativa de 23 anos com um sorriso malicioso, sabe de onde estas mulheres vêm. Não há nada que ela goste mais, diz ela, do que ter a cara cheia de gala. “Eu simplesmente amo porra”, explica Hallie. “Eu gosto de levar quando estou ajoelhada, porque parece que os homens gozam mais quando estão de pé”. Se ela estiver fingindo, Hallie é uma excelente atriz. Ela e eu tivemos um rolo alguns anos atrás. Ela mal podia esperar pela hora quando, com minhas bolas doendo, eu tirava da buceta ou da boca para soltar jato após jato de minha semente na cara suada dela.


Para muitas pessoas, especialmente feministas radicais, a resposta é óbvia. A porra é humilhante. Consequentemente as gozadas são humilhantes para as mulheres que as recebem. As gozadas faciais são a humilhação derradeira, espirrando suco de saco na parte mais individual do corpo de uma mulher. Homens “forçam” as mulheres a receberem uma gozada no rosto para provar sua superioridade masculina. A popularidade crescente do gozo facial no pornô mostra que os homens se sentem cada vez mais inseguros a respeito de sua posição privilegiada na sociedade.


Até mesmo quando você se acostuma, existe algo poderosamente “humilhante” em um belo rosto feminino pingando esperma. Mas humilhante é o mesmo que degradante? Ensopar o rosto de uma mulher com uma substância que a cultura despreza significa quebrar as barreiras das convenções sociais, especialmente o mito da pureza feminina. As mulheres com quem falei que gostavam do gozo facial desfrutam “compartilhar” esta execração da virtude feminina. E por que não? Garotas também não se sujam, quando brincam?


Degradação consensual não é abuso. E o argumento feminista radical também ignora o lado brilhante, colorido, divertido do gozo facial, fundamental para se compreender seu poder misterioso. Na medida em que a cultura mudou, mais mulheres se acostumaram com a ideia de seus amantes despejando seu creme de foda em seus rostos e algumas começaram a falar publicamente sobre isso. Algumas vezes, elas declaram uma afeição apaixonada pela gozada facial. Algumas vezes elas somente questionam por que tanta confusão e polêmica. Mas a maioria delas rejeita a tese da “humilhação”. E você ficaria surpreso de saber que muitas delas se autodenominam feministas.


Beatrice Faust iniciou a tendência com seu livro “Mulheres, sexo e pornografia”, lá em 1981. Escrevendo quando o” tema da ejaculação no rosto de uma mulher” era “relativamente novo” nos filmes pornô, Faust argumentou que simplesmente se trata de um “clima descontraído”. “Logicamente”, ela dizia, “se o sexo é natural e completo e se o sêmen é tão natural quanto doce, não existe razão para interpretar a ejaculação como um gesto hostil. O sêmen saudável não é como as fezes, que possuem um odor ofensivo, sujam os lençóis e carregam germes. Algumas mulheres e homens gostam do toque sedoso do sêmen fresco, alguns gostam do cheiro e para outros excita a imaginação”.


Para os homens, qual o lado positivo? Acredito que em algum nível, a maioria de nós somos artistas frustrados. Nós queremos dominar nosso confiável lápis-de-porra e liberar a criatividade na tela de pintura que é um rosto feminino. Chame isso de “Teoria Van Gogh”.


Para todos que se excitam com ela, uma gozada facial pode ser simplesmente “maravilhosa” e maravilhosamente imprevisível. Mesmo se você estiver seguro que vai entregar seu “produto” em boa quantidade, onde ele irá parar? Vai espirrar em um único e longo jato? Vai atirar alto demais e borrifar o cabelo dela? Vai se espalhar por todos os lados, pingando igualmente dos lóbulos da orelha e da ponta do nariz? Vai espumar nos lábios, inundar a boca, fluir pela curva do pescoço e pelos peitos?


E como ela vai reagir? Mesmo se sua garota não for “evasiva a porra”, há tantas formas de receber uma gozada na cara como de proporcionar uma. Ela vai arfar e se contorcer quando o fluido do sexo bater nela? Vai gemer suavemente enquanto você aplica seu creme em sua face? Vai fechar o olho dela e provocar risadinhas? Enquanto tantas coisas na vida são formuláveis e previsíveis, o suspenso de uma gozada na cara eminente podem dar um pouco de vida ao pior dos filmes pornô.


Felizmente para os amantes da arte, os últimos anos viram a construção da maior galeria de fotos de gozadas faciais, no ciberespaço. A era da Internet é o sonho dos aficionados feito realidade. Por todos os lados, pornófilos vasculham suas pilhas de revista pornô escondidas no armário e escaneiam estes rostos com cobertura de glacê para arquivos digitais.


Assim como o sexo anal, podemos nos perguntar se algum dia os produtores pornô eventualmente desgastarão o valor de choque do facial por sobreuso. Meu próprio palpite é que o facial, assim como ele é, irá pouco a pouco dar alugar a uma maior ênfase na “engolida” de esperma. Autênticas bebedoras de porra são relativamente raras no pornô. Algo do tabu permanece e minha leitura da audiência é de que ela gostará de ver este tabu explorado.


Porém, não importa quão atrativa possa ser a visão de um coquetel de porra desaparecendo pela garganta de uma fêmea em êxtase, suspeito que a gozada facial – uma das mais distintivas contribuições da pornografia para a prática sexual moderna - nunca morrerá.  Mesmo se todos os produtores de Hollywood decidissem ao mesmo tempo que a visão do esperma fosse mais excitante pingando dos dedinhos do pé de uma garota, ainda haveria milhões de homens olhando para baixo, para suas parceiras chupando seus paus duríssimos e percebendo – talvez não pela primeira vez - como seria bom retirar o pênis da boca dela e explodir em gozo jubilante sobre seus rostinhos. E haverá um número crescente de mulheres que não poderão imaginar outra forma de receber esta doce e grudenta explosão.




Fonte:
30 de outubro de 2012 por RomeoX
Relato de J. Allen. Foi publicado originalmente

em "Swank's Video World," novembro de 1998.

segunda-feira, 16 de outubro de 2017

CATAMITA




(Taça romana: homem mais velho e catamita)


Catamita era o companheiro jovem, pré-adolescente ou adolescente, em uma relação de pederastia entre dois homens no mundo antigo, especialmente na antiga Roma. Geralmente refere-se a amantes homossexuais jovens e passivos. A palavra deriva do latim catamitus, que por sua vez, vem do etrusco "catmite".


(Zeus e Ganimedes - Atenas c. 375-425 aC)

A mitologia grega conta a história do jovem Ganímedes, nome do jovem que foi seduzido por Zeus e que se transformou em seu amante.


(A. não identificado)


As muitas referências a catamitas na literatura erótica do apogeu muçulmano indicam que, por volta dos séculos X e XI, eles constituíam uma forma de requinte sexual nas classes altas do Islã. O livro Jardim dos Perfumes, de Shaykh Nefzawi, dedica um capítulo aos catamitas. Apresentamos, a seguir, a história de dois catamitas históricos (com fotos ilustrativas de relacionamentos entre jovens e homens mais velhos, nos tempos atuais, quando os “catamitas”, ou jovens gays, não assumem apenas a função passiva, como na antiguidade):


ESPORO




Esporo (em latim: Sporus) foi um jovem catamita, favorito do imperador Nero, castrado por ordem do imperador e com quem posteriormente se casou publicamente. Não se sabe se era um transexual ou se apenas foi castrado para servir aos caprichos do imperador.




Ele era um Puer delicatus, que geralmente eram crianças-escravas escolhidas pelo seu mestre como um "garoto-brinquedo" e que eram algumas vezes castradas na tentativa de preservar suas qualidades juvenis. Apesar disso, Dião Cássio o chamou de liberto.




O caso com Esporo ocorreu após a morte da segunda esposa de Nero, Popeia Sabina, em 65. No começo de 66 Nero casou-se com sua terceira esposa Estatília Messalina e somente depois naquele ano ou em 67 ele casou-se com o jovem Esporo.




Nero fez Esporo aparecer em público como sua esposa usando a vestimenta que era de uso costumeiro para uma imperatriz romana, e então levou Esporo para a Grécia e, depois, de volta a Roma, fazendo de Cálvia Crispinila "Senhora do Guarda-roupa" de Esporo.




Pouco depois da morte de Nero, Esporo ficou sob cuidados do prefeito pretoriano Ninfídio Sabino, que tomou parte na conspiração contra Nero. Ninfídio tratou Esporo como se fossem casados, e chamava-o "Poppaea". Depois da morte de Ninfídio, ela então se envolveria em 69 com Otão, que também foi morto por seus inimigos. Esporo morreu naquele mesmo ano quando Vitélio planejou que Esporo interpretasse o papel título do Rapto de Perséfone (o mesmo tema do anel que Esporo deu a Nero nas Calendas), para a diversão das multidões durante combates de gladiadores. Esporo cometeu suicídio para evitar a humilhação pública. Ele, provavelmente, tinha menos de 20 anos quando morreu. 



ANTÍNOO

(Antinoo - Braschi)

Antínoo foi favorito e, provavelmente, um catamita do imperador romano Adriano. Era natural da Bitínia (norte da Ásia Menor, hoje na Turquia), onde é provável que Adriano o tenha conhecido e o tenha levado consigo.




As fontes são pouco claras a respeito da espécie de relacionamento que existiria entre ambos. O que é certo é que Antínoo era membro do círculo mais próximo do imperador, uma espécie de pajem ou "garoto de estimação", em razão de sua grande beleza. Segundo Clemente de Alexandria, o relacionamento entre ambos era sexual, comparado ao relacionamento de Zeus com Ganímedes.




Adriano era trinta e quatro anos mais velho que Antínoo (um adolescente), enquadrando-se a relação no modelo pederástico dos catamitas da Grécia Clássica, quatro séculos antes, da qual Adriano era admirador, embora tal prática não fizesse parte dos costumes romanos. Aparentemente a relação não gerou qualquer tipo de escândalo.




Em outubro de 130, durante uma visita ao Egipto, Antínoo morreu afogado no rio Nilo, e sua morte tem uma bela descrição por Marguerite Yourcenar, no livro MEMÓRIAS DE ADRIANO (se quiser ler o texto, está no blog TRAPICHE DOS OUTROS – endereço ao lado). 




Na época o imperador passava por um mau período, marcado por problemas de saúde, revoltas em partes do Império Romano, seca e fome no Egito. Adriano e Antínoo tinham sido iniciados nos mistérios de Elêusis, sendo provável que as suas vidas tenham tomado um carácter mais místico.




Poucas semanas após a morte de Antínoo, Adriano decretou a sua deificação. O imperador ordenou a construção de uma nova cidade perto do local da sua morte, Antinoópolis, no Alto Egito, perto de Hermópolis (atualmente o local é denominado Sheikh Ibada). A divindade tutelar da cidade era um deus sincrético, resultado da fusão de Antínoo com Osíris.




Por todo o Império Romano foram erguidas numerosas estátuas de Antínoo e na parte oriental do Império levantaram-se templos dedicados ao jovem. Foi dado o nome Antínoo a uma estrela e o imperador escreveu um epitáfio dedicado ao jovem, que mandou gravar no chamado obelisco de Antínoo, que se encontra hoje nos Jardins do Pincio em Roma.




Adriano viveu ainda mais oito anos. Após a sua morte a sua relação com Antínoo foi utilizada contra si pelos seus detratores. Os primeiros autores cristãos também criticaram esta relação, que para eles era um exemplo da amoralidade patente do paganismo.




Ao longo dos séculos a figura de Antínoo serviu de inspiração à arte e à literatura, como mostra o poema homoerótico Antinous escrito em inglês por Fernando Pessoa (também está publicado no blog TRAPICHE DOS OUTROS, no original em inglês e em português).


segunda-feira, 9 de outubro de 2017

PARA QUEM GOSTA DE PAU, ESTA POSTAGEM É PARA LEVAR SEU PARCEIRO À LUA...



Preliminares: o sexo antes do sexo. O prazer da excitação, antes da penetração. Quando os dois parceiros exploram todas as possibilidades eróticas do corpo um do outro. Abrindo as fronteiras do tesão. E são dezenas os jogos a que se podem dedicar os amantes, nas preliminares. Mas, nesta postagem, vamos falar apenas do que se pode fazer com o pau do parceiro, nas preliminares, um jogo que se propõe a quem aprecia o pênis e deseja extrair de seu parceiro todo o prazer que ele pode lhe dar e ao mesmo tempo dar a ele todo o prazer que ele possa desejar. Assim, o que se pode fazer com o pau, aguçando todos os seus sentidos para o sexo que virá depois:


Você pode, para começar, apenas olhar, apreciar, admirar o pau:






 Você deve pegar o pau, acaricia-lo, até masturbá-lo um pouco, só um pouco:





Em seguida, que tal sentir a textura, a quentura e maciez do pau junto ao seu rosto?




Agora, que você já sentiu na pele – nas mãos e no rosto – a textura e o calor do pau, que tal sentir o seu cheiro?




Você quer colocá-lo em sua boca e chupá-lo? Ainda não. Refreie sua vontade e apenas beije o pau, beije-o muito, em toda a sua superfície, e em especial na glande, a parte mais sensível:



Depois de beijá-lo, num ato de amor e de entrega, é chegada a hora da língua entrar em ação: lamber o pau, a glande, toda a sua extensão, devagar, sentindo e dando prazer, antecipando o que virá:




Uma brincadeirinha quase perigosa: morder o pau. Não, não precisa se assustar, é só uma brincadeira: os dentes, os seus dentes, no pau de seu amante, poderão causar arrepios de preocupação e medo, mas é só o que devem causar, arrepios: o receio associado ao prazer incrementa a libido e antecipa o que vem depois:




Agora, sim: é o momento mais esperado. Abocanhe o pau de seu parceiro, num boquete que o leve às nuvens, ao delírio e, claro, um boquete que vai deixar você também num alto grau de excitação:






Mas a boca ainda pode oferecer um prazer ainda mais interessante, um prazer quase supremo, que é difícil, mas se você quer realmente dar a seu parceiro e a si a experiência de uma garganta profunda (deeptroath), não desperdice a oportunidade. Os dois poderão pisar as crateras da Lua e voltar:





Finalmente, se tem confiança na recuperação do seu parceiro, para aquela trepada depois, deixe-o gozar na sua língua, sinta o cheiro, o gosto, a textura de seu sêmen e ambos estarão definitivamente na Lua, à espera de outros prazeres que só o sexo consensual, entre parceiros que se curtem, se amam, se gostam, podem proporcionar um ao outro: