segunda-feira, 31 de julho de 2017

BUNDAS, SEMPRE BEM-VINDAS E ADMIRADAS



Bunda todos temos. Mas não é porque as temos que são todas dignas de admiração, são todas belas. Aliás, o que é uma bunda bonita, uma bunda perfeita? Se as há de todos os formatos, de todos os tamanhos, como chegar a um conceito de beleza para a óbvia enorme quantidade de bundas existentes na humanidade? Ora, sabemos todos, também, que beleza – que é fundamental, como já dizia o poeta – é um conceito subjetivo. Será, talvez, sempre mais bela a bunda do homem amado ou da mulher amada, pelo simples critério de que são amados e, com certeza, também nos amam. Não julguemos, ou melhor, julguemos sim, pela nossa subjetividade, e deixemos rolar nosso tesão por aquele formato especial ou por aquele jeito de nos “encarar”, como se nos dissesse a bunda que escolhemos que será ela a preencher nossos desejos e nossos anseios estéticos e, por que não?, eróticos. E levantemos mais uma questão: que os homens gostem de bundas – de mulheres e de homens – parece isso uma questão indiscutível; mas que as mulheres também gostem das bundas masculinas, é algo que foge um pouco à nossa compreensão, embora tal fato seja bastante apreciável. O que leva ao velho e batido conceito de que a bunda é uma “preferência nacional” indiscutivelmente. Por tudo isso, aí está uma coleção de bundas, para você escolher a sua preferida – ou as preferidas ou, ainda, o que é bem melhor, para você apreciar a todas. O critério para a escolha das fotos foi que deviam estar todas nuas, completamente nuas, fotografadas “frontalmente” (já que não há uma palavra para designar a fotografia “por trás”), em pose natural, isto é, as duas coxas paralelas, sem agachamentos ou arrebitamentos que as tornassem artificialmente mais atraentes (embora nada contra artifícios). Escolham, ou não. E divirtam-se.

























segunda-feira, 3 de julho de 2017

NÓS SOMOS ASSIM




A pessoa sonha conhecer/visitar/ um campo de nudismo. Quem sabe, até, aderir definitivamente aos ideais naturalistas. Lê publicações especializadas, pesquisa na internet, encanta-se com a filosofia de vida dos naturalistas, até decora os códigos de ética e regulamentos dos campos e praias nudistas, pelo mundo afora. E, principalmente, vê fotos, muitas fotos, de pessoas vivendo e convivendo em situação de absoluta harmonia, nuas e felizes. As fotos não só mostram pessoas alegres e felizes, mas pessoas bonitas, de corpos (quase) perfeitos: mulheres e homens “sarados”, seios, bundas, coxas, barrigas em harmonia com paisagens paradisíacas, um verdadeiro paraíso. Claro que a pessoa tem espelho em casa, claro que se acha também em condições de se exibir nua em público, já que a vontade de aceitar os ideais naturalistas infla sua autoestima. Então, um dia, essa pessoa, munida de toda a coragem, de todo o conhecimento, de toda a boa vontade do mundo, desembarca num camping naturalista. E o que ela vai encontrar? Corpos perfeitos, homens e mulheres talhados em cinzel por artistas da Grécia antiga? Claro que não! Serão poucos os que assim se podem considerar, serão poucos os corpos modelares vistos nas fotografias devidamente escolhidas, com pessoas previamente escaladas. Mentiras dos fotógrafos? Não, apenas que somos assim: gostamos das coisas belas e nos esquecemos de que não somos e não seremos nunca perfeitos. A humanidade não é feita de corpos maravilhosos, esculpidos por horas e horas de academia. Por sermos simplesmente humanos, nós somos assim, e assim temos de nos aceitar e respeitar:





























Fotos da internet, sem indicação de autoria)