segunda-feira, 28 de novembro de 2016

VERÃO, SOL, CALOR... E VOCÊ DESEJA VISITAR UMA PRAIA NATURISTA!



Você não é naturista, mas tem uma vontade enorme, uma grande curiosidade de visitar uma praia de nudismo. Ora, numas férias descoladas, por que não? Há no Brasil inúmeras opções. Basta procurar.


Mas, não é tão simples assim. Livrar-se de roupas em público pode ser algo complicado, se você não tiver realmente uma boa cabeça e não estiver realmente a fim de se exibir como veio ao mundo diante de outras pessoas. Há travas morais, é claro.


Então, meu amigo e minha amiga, antes de se aventurar e passar constrangimento, pense bem, leia artigos sobre naturismo, entenda a filosofia naturista de respeito ao corpo, às demais pessoas e à natureza. Compreenda que naturismo não é exibicionismo nem voyeurismo. Há aqui mesmo neste blog inúmeros artigos sobre a prática naturista. Consulte-os.


No entanto, para simplificar as coisas para você, traduzi do francês (os países europeus têm mais tradição na prática naturista, como você deve saber) um texto que achei por aí (fonte, no final, sempre) e que pode ajudar você, se a decisão é mesmo a de aproveitar as férias, o verão, o sol, para adejar por aí totalmente sem roupa. Leia, pense, assimile e... boas férias!


DEZ CONSELHOS PARA FICAR

TOTALMENTE SEM ROUPA

NUMA PRAIA

(DE NUDISMO, CLARO)


  1. 1.     Esquecer todos os seus complexos


Ser naturista é, antes de tudo, assumir a si mesmo tal como é, magro ou gordo, jovem ou velho, com todos os defeitos de seu corpo. A definição das instituições internacionais é clara: “O naturismo é uma maneira de viver em harmonia com a natureza, caracterizada pela prática da nudez comum que tem por finalidade favorecer o respeito a si mesmo, o respeito aos outros e ao meio-ambiente.”  Nenhuma necessidade de ser uma top model, muito ao contrário! O essencial é sentir-se bem física e mentalmente.

   

  1. 2.     Escolher seus acompanhantes


É claro que não se deve lançar-se ao naturismo totalmente sozinho... mas é claro também que não se deve fazer isso com qualquer um! Evite acompanhar-se de pessoas de sua família, a não ser que eles já sejam praticantes. Você não tem por hábito ver nu um cunhado ou seu grupo de amigos. Assim, de repente, observar e sentir-se observado pode não ser muito agradável. O mais simples para começar, é vir acompanhado de seu companheiro ou companheira ou até mesmo alguém próximo com quem você não tenha problema de pudor.


  1. 3.     Levar ou não as crianças


Na France, por exemplo, não há nenhuma proibição de crianças numa praia naturista, nem há determinação de idade mínima. A responsabilidade é dos pais ou tutores legais. É uma questão de conforto e de liberdade. Enquanto com as crianças menores não há grandes dificuldades, o caso pode se tornar mais delicado com os adolescentes. É preciso, então, falar sem tabus nem constrangimentos. Quanto ao temor de perder sua autoridade paterna, isso não acontecerá se as crianças são criadas com valores de respeito e liberdade.


  1. 4.     Optar por uma boa praia


 É tentador começar a tirar a roupa numa praia deserta não naturista, longe dos olhares estranhos. Ok, mas é muito perigoso. O naturismo se vive em sociedade não solitariamente. Sem contar o risque se ser surpreendido ou até mesmo ser autuado por uma patrulha. Assim, escolha uma praia onde o nudismo é tolerado ou autorizado. Melhor do que se retirar para um canto isolado é misturar-se a milhares de outras pessoas. Não há nada melhor do que a multidão para se fazer invisível. Venha com roupa de banho e dispa-se quando se sentir preparado.

  

  1. 5.     Conhecer as regras


As praias abertas aos nudistas não têm as mesmas regras. Informe-se, principalmente leia os avisos colocados na entrada ou nas extremidades da praia. Em algumas praias, você deverá obrigatoriamente estar nu, em outras (a maior parte) isso é uma escolha de cada um. Nesse caso, os banhistas vestidos convivem com aqueles que não estão. Tudo acontece harmoniosamente, mesmo com a possível proximidade de algum voyeur. Muitas vezes, numa praia comum, uma zona determinada é limitada aos naturistas. Não invada o outro lado.



  1. 6.     Fique nas imediações


Muitas praias nudistas permitem e até encoragem excursões nuas por caminhos e veredas próximos. Isso não significa que se pode andar por todos os lugares.... Respeite escrupulosamente a sinalização e observe onde se acham os limites do centro nudista. E, se for se aventurar em alguma trilha, cuidado com os pés: estar nu não quer dizer que deva, depois, ter de ficar alguns dias mancando ou colocando os pés em salmoura, para curar escoriações. Use um bom calçado ou uma bota de borracha.

  

  1. 7.     Ter bom senso


Algumas regras e certos usos e costumes revelam bom senso, mas não é nunca inútil relembrá-las. Você se sentirá bem se as pessoas ao redor te olhem com insistência ou mexam com você? Você gostaria que o/a fotografassem ou que rissem de seu corpo? Então, não faça isso!!! Nu ou vestido, nossa liberdade termina onde começa a do próximo. O naturismo não existe sem um firme sentido de respeito. Tudo é tão natural entre os praticantes, que as práticas desviantes são detectadas imediatamente.


  1. 8.     Desconfiar do sol


 Quanto menos roupa, mais você tem a chance de voltar para casa com grandes queimaduras de sol. Ainda mais que as queimaduras são muito mais dolorosas nas partes do corpo que nunca foram expostas ao sol. Portanto, previna-se com uma boa quantidade de filtro solar e use-o bastante. Cubra-se, quando o sol estiver mais forte. Ficar nu não significa ficar queimado como um camarão.



  1. 9.     Controle seu desejo


As mulheres têm uma grande vantagem sobre os homens: mesmo nuas, seu tesão fica escondido. É claro que nudez e sexualidade não devem ser confundidos, mas os homens não são sempre de ferro. Nenhum exibicionismo, no entanto: em caso de uma ereção incontrolada, é melhor se deitar de bruços ou cair na água. O desejo não vem da simples visão de um corpo nu, mas da lascívia, do desejo. Com o hábito, a maior parte dos homens conseguem se livrar das segundas intenções e evitam toda e qualquer inoportuna “posição de sentido”.


  1. 10.  Mantenha seus hábitos


 Algumas mulheres se atrapalham com questões íntimas, como: “é preciso se depilar totalmente ou não? ”. Ou ainda: “posso me mostrar com um tampão aparente durante minhas regras? ” A resposta é simples: não importa! Nada é chocante quando se é natural. Inútil mudar seus hábitos com o risco de sentir mal facilmente se isso tem por objetivo obedecer a uma moda ou para atender a seu vizinho. Não há mais que um limite: é a inconveniência.... No resto, dispa-se sem qualquer pudor e saboreie plenamente suas férias!





Fonte:


segunda-feira, 21 de novembro de 2016

AMOR, SEXO E POESIA... AOS PEDAÇOS




Não, não é o amor despedaçado, sofrido, enrolado em panos negros. É o amor aos poucos, nos versos de vários poetas, e no detalhe, nas fotos (anônimas) de muitos que ousaram ver o quase invisível. Divirtam-se:


“Magníficos são o cálice e a vara que ele contém,
peludo ou não.” 

(Adélia Prado)


“Jubila-te da memória de coitos e de acertos.
Ou tenta-me de novo. Obriga-me.” 

(Hilda Hilst)


“Por que proibir à poesia
estourar os limites do grelo
da greta
da gruta
e se espraiar além da grade
do sol nascido quadrado?” 

(Waly Salomão)


“Meia-lua escura
na unha é anel
de musa, ao céu
é ranhura de luz
no sexo marca difusa
vala ventosa que suga
com ar rarefeito” 

(Janice Caiafa)


 “Respiro o teu corpo:
sabe a lua-de-água
ao amanhecer,
sabe a cal molhada,
sabe a luz mordida,
sabe a brisa nua...” 

(Eugénio de Andrade)


 “Numa atitude elegante,
Misterioso, gentil,
Deu-me o seu corpo doirado
Que eu beijei quase febril.” 

(António Botto)


“Os deuses que nos deram este rumo
Também deram a flor pra que a colhêssemos
com melhor amor talvez colhamos
O que pra usar buscamos.” 

(Fernando Pessoa)


 “De tocaia fico a espreitar a fera
Logo dou-lhe o bote certeiro
Já conheço seu dorso de gazela
Cavalo brabo montado em pelo” 

(Chico Buarque)


“Ai, eu quero um teu pedaço
Entorna o teu melaço
Sobre a minha terra” 

(Francis Hime)


“Penso num homem chamado Herberto.
Me deito a fumar debaixo da janela.
Respiro com vertigem. Rolo no colchão.
E sem bravata, coração, aumenta o preço.” 

(Ana Cristina César)


 “Meu calor não te assusta. Nem minha luz.
Sou uma camélia imensa
Que oscila e jorra e brilha, gozo a gozo.” 

(Sylvia Plath)


“Gosto de tirar a roupa
E sentir o teu caralho duro
Enchendo de prazer a minha boca
Deixando-me louca de tesão” 

(Ana C. Pozza)



segunda-feira, 14 de novembro de 2016

FILMES PORNOGRÁFICOS NÃO SÃO SÓ PARA HOMENS




Já  abordamos por aqui alguns filmes pornográficos clássicos. Mas, o enfoque, agora é outro: o lado feminino na visão da pornografia filmada. Um filão recente, produtos voltados para um público meio arredio que, quase sempre, só assiste a filmes pornôs na companhia de seus parceiros e para agradá-los. Isso está mudando. É o que nos diz a reportagem a seguir, de uma matéria de um site português (fontes no final, com fotos retiradas da internet, quase todas do set de filmagem de filmes adultos).


O QUE AS MULHERES REALMENTE PENSAM 

SOBRE FILMES PORNOGRÁFICOS?



Longe vão os tempos em que a pornografia era dedicada aos homens. Desde o "soft porn" aos filmes erótico-sexuais, as mulheres hoje gostam, procuram e veem as chamadas fitas com bolinha vermelha.


Na  pornografia, as mulheres procuram algo focado na sua sexualidade para perceberem o que gostam e como podem agradar a si próprias.


É hora de jantar. Tocam à campainha. Uma mulher de roupão de seda abre-a com um andar de pernas sensual. À porta, o estafeta das pizzas encosta-se à ombreira e diz três ou quatro frases clichés. As pizzas vão pelo ar, debaixo da farda existe todo um corpo musculado e brilhante de óleo e, de repente, a mulher já está encostada ao sofá numa qualquer manobra sexual para dar prazer ao homem.


Sim, é um filme pornográfico da velha guarda. Não admira por que razão, há alguns anos, as mulheres não quisessem nem ouvir falar desta temática — os filmes porno eram exclusivamente pensados para homens, machistas e irreais. Mas numa altura em que a internet, o YouTube e os smartphones tornaram o acesso a conteúdos sexuais facilitados, estarão as mulheres ainda tão envergonhadas para falar sobre pornografia?


A revista americana Marie Claire realizou um projeto (The Porn Project) para trazer ao de cima a relação que existe entre as mulheres e a pornografia. Um total de três mil mulheres foram inquiridas e um dos dados mais curiosos é que, afinal, uma em cada três mulheres vê pornografia, pelo menos, uma vez por semana.


Amanda de Cadenet, jornalista que escreve para a Marie Claire, passou os últimos dois anos a entrevistar mulheres e percebeu que aquilo que elas procuram na pornografia é algo focado em si e na sua sexualidade (para perceber o que gostam e como podem agradar-se a si próprias) e não tanto num parceiro — razão pela qual a grande maioria vê filmes pornográficos sozinha (apenas 12% disse ver com o parceiro e 17% vê para perceber o que o parceiro gosta).


"Estou a trabalhar fora de Portugal e o meu parceiro está aí. Isso já pode explicar a minha relação com a pornografia. Vejo muita sozinha e, acima de tudo, sinto que funciona para mim, para a minha sexualidade e para exprimir aquilo de que gosto. Há uns anos nem me conseguia imaginar a ver filmes pornográficos, mas agora descobri que gosto de pornografia gay — com homens. Não é algo que veja sempre, claro, mas normalmente nos filmes gays vemos homens bonitos e sensuais, e nos filmes heterossexuais não”, diz Sílvia*, de 33 anos, ao Observador.


Um  dos grandes tabus talvez seja o facto de que a maioria das mulheres associa pornografia aos filmes hardcore que fazem parte do nosso imaginário — e onde entram todas aquelas personagens, desde o rapaz das pizzas à professora de escola primária. Uma notícia do jornal britânico Daily Mail diz que 73% das mulheres preferem ver o chamado soft porn, 47% gostam da pornografia que envolve role play (algo como desempenhar papéis) e 21% gostam de pornografia relacionada com fetiches.


Por norma fazem os filmes a pensar que os consumidores finais são sempre homens. Refiro-me a filmes em que as mulheres são sempre perfeitas, usam muito látex, saltos altos e não há o mesmo critério para os homens — que podem ser bonitos, ou não, charmosos, ou não, ter barriga, ou não. Lá está, os filmes são pensados para agradar aos homens e não às mulheres.


Hoje em dia, felizmente, já existe pornografia pensada para mulheres, basta ligarmos a televisão depois da meia noite — os filmes têm casais reais, algum toque de romantismo e a pornografia está misturada com o erotismo: que é exatamente o que nós gostamos.


No  estudo da Marie Claire, apuraram-se dados interessantes:
  • 90% das mulheres veem pornografia na internet enquanto apenas 11% compram filmes ou DVDs;
  • 63% preferem porno heterossexual, mas 44% gostam de pornografia com mulheres;
  • 62% usam os smartphones, 53% os computadores portáteis e 26% os iPads (a televisão não foi referida);
  • 66% nunca veem pornografia com o parceiro e 31% veem ocasionalmente;
  • 40% das mulheres preferem filmes eróticos com romance e alguma história.


"Eu vejo os filmes normais, daqueles que passam na televisão e que são muito focados no erótico-sexual. Aqueles em que há massagens e muitos toques românticos, por assim dizer. Não gosto de pornografia agressiva e hardcore — acho que essa é exclusivamente para homens. Mas isso não quer dizer que também não goste de erotismo hardcore. Não falo de bondage mas daquele tipo de pornografia em que o homem agarra na mulher, tira-lhe a roupa, puxa-lhe o cabelo e controla tudo. Esses cenários fazem as mulheres sentirem-se desejadas”, partilha Sara, de 29 anos.


E este parece ser exatamente o segredo por trás da pornografia feminina: uma mistura de 50 Sombras de Grey (50 Tons de Cinza, no Brasil) com De Olhos Bem Fechados (filme de 1999 com Tom Cruise e Nicole Kidman) que envolve muita tensão, muita paixão e muita sedução.


"Vejo muito pornô sozinha. Também via com o meu último parceiro porque nunca era só ver. Servia como chama para acender a vontade. Não tinha interesse em copiar o que via nos filmes, era mais para aquecer o ambiente e para nos inspirar no tipo de coisas que podíamos fazer e gostar”, diz Marta*, de 24 anos.


O jornal Huffington Post reuniu quatro razões por que a pornografia feminina faz bem — às mulheres e aos homens:
  • Traz benefícios às relações e à vida sexual: casais que assistem a pornografia juntos sentem-se mais comprometidos e sexualmente mais satisfeitos. 58% das mulheres dizem ter mais confiança para pedir aquilo de que gosta.
  • Assistir pornografia sozinha não é traição. E 93% das mulheres não consideram que o seu companheiro as esteja a trair caso faça o mesmo.




  •     Funciona como anti-stress — mais de 85% das mulheres usam a pornografia como uma espécie de escape fantasioso e 23% diz que ajuda a aliviar o stress.
  •     As mulheres sentem-se mais à vontade para fazer os seus próprios filmes amadores — 45% das mulheres já fizeram um vídeo de sexo com o companheiro ou com um ex-companheiro. E embora isto possa ser um elo entre um casal e que aumenta a confiança entre os dois, é sempre bom relembrar que a partilha deve ser feita com cautela — para que não venha parar à internet.





*Nomes fictícios: estas pessoas não quiseram ser identificadas.


Helena Magalhães

Observador





segunda-feira, 7 de novembro de 2016

VOCÊ PAGARIA PARA TRANSAR COM UMA BONECA?





Já abordamos, aqui, várias vezes, a utilização de objetos e brinquedos eróticos. Tanto para uso masculino quanto feminino. Em geral, são coadjuvantes nos jogos eróticos, mesmo quando a pessoa os utiliza solitariamente.


Já o caso de bonecas sexuais, quase sempre eram objetos que só os muito fanáticos por esse tipo de “brincadeira” poderiam realizar-se sexualmente com uma delas. Porque eram estranhas, muito estranhas.


Eu  disse “eram”, porque, com novas tecnologias e novos materiais, já é possível construir bonecas que chegam muito próximas da perfeição, ou seja, considerando “perfeição” um brinquedo que consegue imitar – com alguma imaginação de quem o use – o corpo feminino e até mesmo emitir sons de orgasmo!


Agora, o cúmulo mesmo é existir um bordel – isso mesmo, um bordel – de bonecas sexuais – as “real dolls”. Parece mentira, mas os motivos e onde e como funciona esse bordel quase improvável você vai ler na matéria abaixo (fotos da internet, não diretamente relacionadas ao tal bordel, e fontes no final):

BORDEL DE BONECAS INFLÁVEIS



No Japão, construir uma boneca “do amor” é uma verdadeira arte – bem diferente das bonecas infláveis que se vendem em sex shops Brasil afora.


Acredite ou não, por lá as pessoas não compram as bonecas, mas pagam pelo horário com a “moça”. As primeiras bonecas do amor japonesas foram criadas 30 anos atrás, para pessoas com deficiências que, de outra forma, não poderiam aproveitar a companhia feminina. Mas, com o passar do tempo, alguns homens passaram a se sentir mais confortáveis na companhia das bonecas do que na companhia de mulheres de verdade – elas não reclamam e não traem, de acordo com os usuários das moças artificiais.


Atualmente, elas são feitas de silicone e seguem o “modelo” de garotas de mangás e animes, para os fãs.


Como elas não são baratas, especialmente se você está atrás de bonecas realistas (custam cerca de seis mil dólares), certos estabelecimentos que “alugam” as bonecas por um tempo foram abertos.


Mas, por que os frequentadores desses estabelecimentos não pagam para ficarem com mulheres de verdade, que oferecem os mesmos serviços? Normalmente, esses caras são tímidos e se sentem mais confortáveis com um ser inanimado do que com uma boneca de verdade.


A maioria dos bordéis oferece roupinhas especiais e vários modelos de bonecas, mas alguns clientes preferem levar seus próprios acessórios. Segundo os donos dos estabelecimentos, a clientela é grande.


Normalmente, quando alguém vai ao bordel, procura outra pessoa para fazer sexo. Mas lá no Japão as coisas são meio diferentes. Algumas “casas do prazer”, em vez de oferecerem mulheres de verdade, dão a oportunidade do cliente “se divertir” com uma boneca. Isso mesmo, na terra do sol nascente cada vez mais estão se popularizando os bordéis de bonecas.


Claro que não são quaisquer bonecas, elas são muito bem feitas de silicone, o que as deixa muito parecidas com mulheres de verdade, como você pode ver nas imagens.


Outro motivo que está popularizando o bordel de bonecas no Japão é que existem algumas que são especiais. Por exemplo: você pode dormir com a Chun-Li do Street Figther ou várias outras personagens famosas.


Esse tipo de bordel ainda não existe no Brasil, mas quem sabe logo poderemos ver alguns aparecendo em nossas terras.





Fontes: 

Giovanna Carneiro

Diego Martins / minilua