segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

CUNILÍNGUA: A PALAVRA E O ATO – 1


(Pompeia - desenho da Terma Suburbana)

Em tempos de internet, vamos à Wikipedia:

(Alex Varenne )

“Cunilíngua (cunnilingus), é um ato de sexo oral realizado em uma mulher. Ela envolve o uso da boca, lábios e língua de um parceiro sexual para estimular o clítoris da mulher ou outras partes da vulva ou vagina. O clitóris é a zona erógena sexualmente mais sensível na maioria das mulheres, a estimulação dos quais podem resultar na produção de sensações eróticas ou excitação sexual. Estimulação clitoriana oral pode resultar em um ou mais orgasmos.
(Autor não identificado)

Embora a pessoa que recebe a cunilíngua deve ser do sexo feminino, seu parceiro sexual pode ser de ambos os sexos. Leis de algumas jurisdições consideram cunilíngua como sexo com penetração para fins de ofensas sexuais, mas nenhuma lei proíbe a prática em si, como no caso de sexo anal ou sexo extraconjugal.

(Apollonia Saintclair) 

A palavra cunilíngua é derivada da junção dos termos latinos cunna (vagina) e lingus (língua).

(Autor não identificado)

Não necessita de lubrificação vaginal para ser praticado, pois a saliva servirá como lubrificante. O clitóris é sem dúvida a parte mais sensível de todo o corpo feminino, e é nele que a cunilíngua tem seu foco, com movimentos constantes e com pouca pressão, por se tratar de um órgão delicado. 

(Bertrand Hugonnar)

Os movimentos executados na cunilíngua podem ser qualquer um, seja a estimulação apenas com a ponta da língua, com a língua inteira (como lambendo um sorvete), com os lábios, delicadamente chupando e/ou beijando o clitóris, e em alguns casos, passando os dentes levemente.”

(China - arte erótica antiga)

Dito isso, vamos a algumas novidades na nobre arte de chupar uma boceta/buceta, já que, segundo algumas pesquisas (que deverão aparecer em textos posteriores) há ainda muitos homens, principalmente, avessos à ideia de se dar e dar à sua companheira esse prazer. Muitos preconceitos precisam ser vencidos, para que o sexo oral não seja estigmatizado como coisa “suja” ou pouco recomendável.

(Claire Milbrath)

Como toda prática sexual, há necessidade, é claro, de alguns cuidados, como higiene e confiança mútua. Nada, porém, que impeça o desempenho e traga o prazer supremo – que ainda não sei se é maior para quem chupa ou para quem é chupado. Decida você, leitor ou leitora, acompanhando alguns textos que publicaremos sobre o assunto. 

(Rodzo)

E o primeiro é bastante surpreendente, como vocês poderão constatar (as fotos são da internet e não têm autoria indicada):



CHUPAR BUCETA ALÉM DE BOM, 

FAZ BEM A SAÚDE!


É isso mesmo, chupar buceta de uma mulher, além de fazê-la feliz e provavelmente causar uma ótima recompensa pra você, faz bem à saúde.


Um estudo realizado por pesquisadores da State University of New York monitorou os hábitos sexuais de mais de 150 casais – héteros e lésbicos – e os dividiram em dois grupos: um deles deveria praticar sexo oral com intensidade na mulher e ao outro que essa prática fosse limitada.


Analisando os resultados, os pesquisadores concluíram que houve diferença nos níveis de estresse, ansiedade, qualidade de sono e de intimidade do casal. Claro que os casais em que ocorria sexo oral na mulher com intensidade foram os que obtiveram os melhores resultados.


Esse fato ocorre devido à liberação dos hormônios ocitocina e DHEA, que agem contra doenças como o câncer e outras relacionadas a problemas do coração. Além das propriedades sedativas da ocitocina, que auxiliam no sono.


O contrário também é verdade: há alguns anos, outra pesquisa revelou que o sêmen ajuda a combater a depressão em mulheres, entre outras vantagens.


Então, todo mundo cai de boca no parceiro e todos ficam felizes e saudáveis.



Fontes:





segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

NUDEZ DE PESSOAS COMUNS: O “ANTES E DEPOIS” DE JAPONESINHAS LINDAS, RECATADAS E... DO LAR?


O fascínio das fotos está na escolha das modelos: todas japonesas com aparência da vizinha do lado (no Japão ou, por que não, nos vários bairros japoneses de São Paulo), praticamente na mesma pose e no mesmo cenário. Cenário que, na sua simplicidade, sugere o recato do lar. Claro, são todas, agora, do lar, do lar de quem as contempla e com elas se extasia e sonha. O site de onde tirei as fotos abaixo tem mais cem moças. Usei critérios rígidos para escolher algumas, devo dizer, ou seja, usei o rígido critério do aleatório (“mamãe mandou escolher esta daqui”). Aliás, só uma, a última da sequência, é que foi realmente “escolhida” (pena que não a dedo), pois era a única cujo púbis não estava coberto de pelos. Observem que poucas são as que, pelo menos, tratam os pelos pubianos ou os aparam um pouco. Parece que a norma de bocetas lisas ainda não pegou no Japão, não sei se feliz ou infelizmente. De qualquer forma, divirtam-se com as japonesinhas recatadas e... do que vocês quiserem: 

























Fonte:



segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

QUEM TEM MEDO DA NUDEZ? UM MANIFESTO PELA LIBERDADE DO CORPO





Os gregos e romanos não tinham problema com nudez. E isso é história. Basta ler um pouquinho. Depois vieram os cristãos e... a nudez se tornou um tabu. Só o classicismo, aí por volta dos anos 500, conseguiu liberar um pouco a arte das roupas e até na Capela Sistina havia nus. Também por essa época, os europeus chegaram ao Brasil e encontraram uma civilização livre e nua, a que chamaram “índios”. Depois, mergulhou-se de novo na censura ao nu, com a chamada “era elisabetana”. Até há pouco tempo, não mais de um século, os casais transavam de roupa!


O século XIX descobriu a fotografia e o nu fotográfico nasceu em seguida e prosseguiu durante todo o século XX. E hoje, em pleno século XXI, há uma nova onda de moralismo no ar. Contra ela, insurjo-me, com o meu blog. Contra ela, insurgem-sem muitos artistas, inclusive este: RAUL BOLEDI, argentino radicado no Brasil, escultor. Dele é o texto abaixo, um verdadeiro manifesto pela liberdade do corpo (e as duas fotos acima, de esculturas de sua autoria; as demais fotos são da internet, sem indicação de autoria):

CENSURA E PADRÃO ESTÉTICO

de Raul Boledi


“Imagine por um instante, uma sociedade que censurasse os rostos velhos, feios, deformados, desproporcionais, etc., e permitisse ver somente rostos de um determinado padrão estético, mas sempre ocultando, por exemplo, as bocas. Diríamos que essa censura é doentia. Não só pelas bocas ocultas, mas também pela perda das identidades que não se ajustem ao padrão aceito. Troque agora, rostos por corpos e bocas por sexos expostos. Doentio né?


A visão de um corpo nu é uma fonte de informações inesgotável. Nos fala de atitudes, determinações e fraquezas, medos e desafios, temeridade e limitações. E fundamentalmente, da história desse ser humano. Cada ruga tem um depoimento a fazer. Cada músculo está falando.


As expressões faciais e corporais funcionam simultaneamente, completando-se em coincidências ou contradições. O corpo funciona como uma mídia de comunicação da psique. Expressamo-nos integralmente com o corpo, usando todos os recursos que esse corpo nos proporciona.


A sociedade foi restringindo essa expressão até quase anulá-la. Posturas definidas, atitudes pré-determinadas e um padrão de estética corporal que praticamente se demonstra inumano. Proporções corporais que são manipuladas midiaticamente produzem uma dissociação entre corpo e alma, até a psique negar o corpo do individuo.


Achar-se magro quando o corpo é gordo. Achar-se alto quando se é pequeno. Achar-se jovem quando se é velho. Achar-se de pele branca quando se é de pele escura. Negar o corpo. Negar a alma. Cobrir o corpo com “grifes”. Cobrir o corpo com mentiras. Enfim, a hipocrisia.



O nu corporal é um desafio. É uma ruptura necessária para quebrar a continuidade da hipocrisia social. As artes são o veículo dessa ruptura. Como artista, não admito renunciar à expressão integral de um corpo.


Como escultor, uso a escultura de nus femininos para alavancar essa ruptura e valorizar as nuances da personalidade da mulher. Ainda pretendo ser mais ousado, pois pretendo romper gradativamente com o padrão estético aceito pela sociedade. Será a minha pequena luta.”





segunda-feira, 26 de dezembro de 2016

ANTES E DEPOIS... COMO VOCÊ AINDA NÃO TINHA PENSADO






A brincadeira vem rolando há vários posts, nesta Lua: antes e depois – com roupa e sem roupa - com pessoas comuns, com pessoas fora do padrão, com pessoas magras, com homens etc.



Desta vez o antes e depois é, realmente, um pouco diferente. E nem vamos falar muito, já que as fotos falam por si mesmas, em duas sequências para deixar você, assim... meio que... muito... sei lá... você – leitor e leitora – fique como o diabo gosta, com muito tesão.




1. HOMENS E SEUS... PAUS: 


ANTES, DESCANSADOS 

E DEPOIS, PRONTOS PARA A BATALHA!



















2. MULHERES E SUAS ETERNAS DÚVIDAS... 

DEPILO OU NÃO DEPILO!













(Fotos da internet, sem indicação de autoria)